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Compartilhe experiências, lembranças e fotos que marcaram sua trajetória na instituição e contribua para a preservação da memória da FDC, conectando diferentes gerações e fortalecendo nossa história.
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Depoimentos
Ao longo de sua trajetória, muitas pessoas contribuíram para a história da Fundação Dom Cabral. Este espaço reúne depoimentos e relatos que refletem a diversidade de ideias, vivências e olhares que ajudam a compreender o caminho da FDC e a preservar seu legado.
Adilon Silvério Ferreira da Costa
Adilon Silvério Ferreira da Costa
Eu trabalhava na Universidade Católica como encarregado de limpeza e passei a prestar serviço para o Centro de Extensão. Quando a Fundação Dom Cabral foi criada, o professor Emerson me chamou para trabalhar com ele, e isso para mim foi um privilégio. Eu não tive a oportunidade de estudar, mas com a convivência aqui, eu fui aprendendo um pouquinho com cada um. Dei muito de mim para a Fundação e ela também me deu muita coisa, foi muito gratificante. A FDC para mim é tudo, aqui dentro eu tenho prestígio, todo mundo gosta de mim.
No início, trabalhavam cinco ou seis pessoas, e a gente tinha medo de ficar no último andar. De repente, a casa encheu e tivemos que alugar dois andares em prédios em frente à Fundação. O professor Emerson sempre falava que iríamos fazer um campus e, de repente, o campus virou realidade. Nós também enfrentamos uma fase ruim em 1981 e quase fechamos as portas. Porém, o professor Emerson lutou muito e as coisas foram melhorando e a FDC está aí hoje enorme, uma empresa para ninguém botar defeito.
Depoimento concedido em 2013
No início, trabalhavam cinco ou seis pessoas, e a gente tinha medo de ficar no último andar. De repente, a casa encheu e tivemos que alugar dois andares em prédios em frente à Fundação. O professor Emerson sempre falava que iríamos fazer um campus e, de repente, o campus virou realidade. Nós também enfrentamos uma fase ruim em 1981 e quase fechamos as portas. Porém, o professor Emerson lutou muito e as coisas foram melhorando e a FDC está aí hoje enorme, uma empresa para ninguém botar defeito.
Depoimento concedido em 2013
Alceu Morais de Queiroz
Alceu Morais de Queiroz
Meu nome é Alceu Morais de Queiroz, sou psicólogo e mestre (PUC). Entrei para a Fundação Dom Cabral em 1997, mas a minha relação começou bem antes, em 1977. Eu trabalhava na Acesita e contratamos a FDC para ministrar um curso de Engenharia Econômica. Depois participei da elaboração de um Programa de Desenvolvimento Gerencial. Já na Andrade Gutierrez, conversei internamente, e um membro da família participou do primeiro programa para empresas familiares da FDC.
Logo que entrei na FDC, enfrentei um desafio: elaborar uma proposta para a Eletropaulo em um prazo muito curto. Fiquei feliz por ter conseguido fechar uma proposta tão grande em tão pouco tempo. Na FDC, a gente sempre teve muita autonomia e isso aumentava a nossa responsabilidade.
Em 2001, fui trabalhar no processo de pessoas. Entrevistei muitos professores, falava da FDC para eles e tinha orgulho de apresentar, meu olho brilhava só de falar. Em 2012, cuidei dos programas customizados na rede de associados regionais. Tenho um carinho e respeito muito grande por eles e acho que é recíproco. Foi um outro desafio, pois havia pessoas de outra geração na equipe, com uma maneira diferente de enxergar as coisas. Foi difícil no início, eu mais tradicional, mais chefe do que gestor, tive que aprender a ser mais líder, mais companheiro.
Sempre pensei no sucesso e no crescimento da Fundação. Tenho orgulho de fazer parte da FDC e me sinto dono e responsável pela instituição. Além de trabalhar na FDC, também fui aluno de diversos programas, pois sempre gostei muito de estar em sala de aula.
Ao me aposentar, tive a satisfação de ser convidado para o Conselho Fiscal, o que foi motivo de muito orgulho. Essa foi uma maneira elegante e carinhosa do prof. Emerson falar: “você continua na Fundação”. A oportunidade de trabalhar na FDC é excelente e quem está aqui tem que cuidar para que essa instituição continue sendo respeitada e admirada. Sou muito feliz e agradecido de ainda fazer parte da instituição.
Depoimento concedido em 2017
Nota: Alceu Queiroz é membro efetivo do Conselho Fiscal desde 2016.
Logo que entrei na FDC, enfrentei um desafio: elaborar uma proposta para a Eletropaulo em um prazo muito curto. Fiquei feliz por ter conseguido fechar uma proposta tão grande em tão pouco tempo. Na FDC, a gente sempre teve muita autonomia e isso aumentava a nossa responsabilidade.
Em 2001, fui trabalhar no processo de pessoas. Entrevistei muitos professores, falava da FDC para eles e tinha orgulho de apresentar, meu olho brilhava só de falar. Em 2012, cuidei dos programas customizados na rede de associados regionais. Tenho um carinho e respeito muito grande por eles e acho que é recíproco. Foi um outro desafio, pois havia pessoas de outra geração na equipe, com uma maneira diferente de enxergar as coisas. Foi difícil no início, eu mais tradicional, mais chefe do que gestor, tive que aprender a ser mais líder, mais companheiro.
Sempre pensei no sucesso e no crescimento da Fundação. Tenho orgulho de fazer parte da FDC e me sinto dono e responsável pela instituição. Além de trabalhar na FDC, também fui aluno de diversos programas, pois sempre gostei muito de estar em sala de aula.
Ao me aposentar, tive a satisfação de ser convidado para o Conselho Fiscal, o que foi motivo de muito orgulho. Essa foi uma maneira elegante e carinhosa do prof. Emerson falar: “você continua na Fundação”. A oportunidade de trabalhar na FDC é excelente e quem está aqui tem que cuidar para que essa instituição continue sendo respeitada e admirada. Sou muito feliz e agradecido de ainda fazer parte da instituição.
Depoimento concedido em 2017
Nota: Alceu Queiroz é membro efetivo do Conselho Fiscal desde 2016.
Carlos Roberto Vasconcelos Novais
Carlos Roberto Vasconcelos Novais
Meu nome é Carlos Roberto Vasconcelos Novais, natural de Ponte Nova (MG). Sou formado em Engenharia Metalúrgica pela UFMG. Iniciei a minha vida profissional como engenheiro da Usiminas e posteriormente na Cemig. Trabalhei como assessor da presidência no INDI e na Vale do Rio Doce onde conheci a Fundação Dom Cabral.
Em 1976, fui contratado pelo Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), onde trabalhei por 30 anos. Em 1977, por ser gerente de recursos humanos e também por conhecer o Paulo Lemos, Superintendente Adjunto da FDC, o BDMG passou a estreitar o relacionamento com a instituição. Sem dúvida, uma das ações mais importantes foi sua participação no primeiro grupo PAEX (Parceiros para a Excelência). Lembro-me dessa época com saudades dos presidentes das companhias com os quais tive oportunidade de conviver, dos professores como José Luiz Santana e também do José Pascoal Rossetti. Também tenho muita honra de ter contribuído para a construção do campus, como um dos representantes do BDMG, que junto com outras empresas, foram responsáveis por patrocinar o projeto.
Quando eu estava para me aposentar, fui convidado para ser membro do Conselho Fiscal da FDC, onde atuei por nove anos. Em 2012, fui convidado para ser membro da sua Diretoria Estatutária, ao lado do professor Mozart e do professor Emerson. Para mim tem sido uma oportunidade rica e prazerosa, é uma honra participar da Diretoria Estatutária. Essa minha ligação com a FDC muito me orgulha. Eu sinto que tenho ligações efetivas e afetivas com a Fundação Dom Cabral. Efetivas por tudo isso que eu mencionei e afetivas porque tenho admiração, respeito e um carinho muito especial pela FDC.
Depoimento concedido em 18/12/2013
Carlos Roberto Novais foi membro da Diretoria Estatutária até 2021, quando encerrou suas atividades para se dedicar a atividades pessoais.
Em 1976, fui contratado pelo Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), onde trabalhei por 30 anos. Em 1977, por ser gerente de recursos humanos e também por conhecer o Paulo Lemos, Superintendente Adjunto da FDC, o BDMG passou a estreitar o relacionamento com a instituição. Sem dúvida, uma das ações mais importantes foi sua participação no primeiro grupo PAEX (Parceiros para a Excelência). Lembro-me dessa época com saudades dos presidentes das companhias com os quais tive oportunidade de conviver, dos professores como José Luiz Santana e também do José Pascoal Rossetti. Também tenho muita honra de ter contribuído para a construção do campus, como um dos representantes do BDMG, que junto com outras empresas, foram responsáveis por patrocinar o projeto.
Quando eu estava para me aposentar, fui convidado para ser membro do Conselho Fiscal da FDC, onde atuei por nove anos. Em 2012, fui convidado para ser membro da sua Diretoria Estatutária, ao lado do professor Mozart e do professor Emerson. Para mim tem sido uma oportunidade rica e prazerosa, é uma honra participar da Diretoria Estatutária. Essa minha ligação com a FDC muito me orgulha. Eu sinto que tenho ligações efetivas e afetivas com a Fundação Dom Cabral. Efetivas por tudo isso que eu mencionei e afetivas porque tenho admiração, respeito e um carinho muito especial pela FDC.
Depoimento concedido em 18/12/2013
Carlos Roberto Novais foi membro da Diretoria Estatutária até 2021, quando encerrou suas atividades para se dedicar a atividades pessoais.
Damião Coutinho Paes
Damião Coutinho Paes
Meu nome é Damião Coutinho Paes, sou psicólogo e administrador de empresas. Estou ligado à Fundação Dom Cabral desde 1981 como professor convidado. Eu era executivo de empresas no ramo de madeira e agronegócio e em 1982 me engajei em um projeto de desenvolvimento e capacitação de dirigentes universitários, em aliança com o CESA (Centre d'Enseignement Supérieur des Affaires), hoje HEC (Hautes Études Commerciales). Esse foi um projeto muito importante, pois além da participação técnica, nos tornamos tutores de projetos desenvolvidos e aplicados em universidades.
Ajudei a desenvolver muitos projetos, aprendi muito e criamos um modelo de intervenção em desenvolvimento de equipes. Em 1990, em comum acordo com a direção da FDC, fui fazer doutorado na França, no HEC. Fiquei lá um ano e dois meses e tive uma preparação mais aprofundada em questões ligadas à gestão empresarial.
Em 1997, o professor Emerson me convidou para dirigir o projeto do campus que tinha duas vertentes: uma era a parte física e a outra que era a capacitação e desenvolvimento intelectual. Nesta segunda vertente o objetivo era desenvolver núcleos e preparar professores para acompanhar o crescimento previsto pela FDC para a América Latina, Europa, África e Ásia. O projeto campus foi muito interessante, aprendi muito. Foi um verdadeiro sucesso, na primeira etapa em agosto de 2001, inauguramos o primeiro prédio com uma área construída de 8.400 m² e, posteriormente, houve uma expansão e foi inaugurado o CDC, com uma área de 10.000 m². Esta obra custou cerca de 37 milhões de reais e 65% foi custeado através do apoio de empresas parceiras. A construção deste campus promoveu a projeção da FDC, que, na primeira fase do campus, praticamente quintuplicou os seus relacionamentos comerciais de parceria. Em cinco anos a Fundação Dom Cabral aumentou em 100% a sua capacidade de entrega.
O período que eu trabalhei na FDC foi de enorme desenvolvimento pessoal, pois a instituição nos dá condições de crescer, aprender e aplicar. A Fundação Dom Cabral trabalha junto com as empresas e desta forma a gente aprende muito. Tenho um vínculo afetivo muito grande, guardo muitas lembranças e memórias de tudo que vivi, aprendi e contribui. Tenho muito a agradecer à FDC.
Depoimento concedido em 2014
Damião foi membro do Conselho Curador da FDC entre 2015 e 2021, quando recebeu o título de Conselheiro Honorário. Falecido em 2025, recebeu homenagem da FDC com a criação do Espaço Damião Coutinho Paes, localizado no Centro Emerson de Almeida.
Ajudei a desenvolver muitos projetos, aprendi muito e criamos um modelo de intervenção em desenvolvimento de equipes. Em 1990, em comum acordo com a direção da FDC, fui fazer doutorado na França, no HEC. Fiquei lá um ano e dois meses e tive uma preparação mais aprofundada em questões ligadas à gestão empresarial.
Em 1997, o professor Emerson me convidou para dirigir o projeto do campus que tinha duas vertentes: uma era a parte física e a outra que era a capacitação e desenvolvimento intelectual. Nesta segunda vertente o objetivo era desenvolver núcleos e preparar professores para acompanhar o crescimento previsto pela FDC para a América Latina, Europa, África e Ásia. O projeto campus foi muito interessante, aprendi muito. Foi um verdadeiro sucesso, na primeira etapa em agosto de 2001, inauguramos o primeiro prédio com uma área construída de 8.400 m² e, posteriormente, houve uma expansão e foi inaugurado o CDC, com uma área de 10.000 m². Esta obra custou cerca de 37 milhões de reais e 65% foi custeado através do apoio de empresas parceiras. A construção deste campus promoveu a projeção da FDC, que, na primeira fase do campus, praticamente quintuplicou os seus relacionamentos comerciais de parceria. Em cinco anos a Fundação Dom Cabral aumentou em 100% a sua capacidade de entrega.
O período que eu trabalhei na FDC foi de enorme desenvolvimento pessoal, pois a instituição nos dá condições de crescer, aprender e aplicar. A Fundação Dom Cabral trabalha junto com as empresas e desta forma a gente aprende muito. Tenho um vínculo afetivo muito grande, guardo muitas lembranças e memórias de tudo que vivi, aprendi e contribui. Tenho muito a agradecer à FDC.
Depoimento concedido em 2014
Damião foi membro do Conselho Curador da FDC entre 2015 e 2021, quando recebeu o título de Conselheiro Honorário. Falecido em 2025, recebeu homenagem da FDC com a criação do Espaço Damião Coutinho Paes, localizado no Centro Emerson de Almeida.
Elson Valim Ferreira
Elson Valim Ferreira
Meu nome é Elson Valim Ferreira e estou aqui na Fundação Dom Cabral desde 1995. Atuei como gerente de projeto, de 1995 até 1999. Em 1999, fui convidado para ser diretor executivo, mas sempre continuei a cuidar de alguns projetos. No entanto, eu comecei a me relacionar com a FDC em 1991, através do CTE.
Em 1980, eu trabalhava em São Paulo e me mudei para Belo Horizonte para trabalhar na Mendes Júnior, na época das obras no Iraque. Eu era representante da Mendes Júnior no comitê de desenvolvimento do CTE. Fui escolhido coordenador desse comitê e isso fez com que eu tivesse um trabalho quase permanente dentro do CTE. Em 1995, comecei a desenvolver projetos, tanto com projetos de organização e gestão da própria FDC, quanto com projetos de clientes.
Eu vejo que a FDC tem aspectos extremamente importantes para o atendimento de uma empresa, particularmente a disposição de buscar uma solução à necessidade específica do cliente. Isso é importante porque normalmente os nossos concorrentes têm pouca flexibilidade para se adaptar. Isso faz com que a Fundação Dom Cabral seja reconhecida como uma escola que apresenta um diferencial. Outro aspecto que caracteriza a FDC é que ela sempre teve um relacionamento muito grande com outras escolas internacionais. Há também todo um movimento de constituir parcerias com empresas, e isso passou a ser também uma característica distintiva da instituição, essa capacidade de mobilizar as empresas em torno de parcerias que busquem atender necessidades comuns, sempre voltadas para o campo da gestão empresarial.
A Fundação Dom Cabral é uma instituição que dá satisfação para os clientes e para quem trabalha aqui dentro. Ela tem conseguido ser um instrumento que possibilita um trabalho desafiador e muito compensador. A satisfação do cliente é também a satisfação da FDC. Então, acho que essa é uma característica singular, o fato de se trabalhar em um ambiente não só bem-sucedido, mas um ambiente bom de se trabalhar porque você sente sua contribuição efetiva para os clientes. Isso faz com que haja mais motivação.
Depoimento concedido em 2013.
Nota: Elson Valim atuou como professor associado da FDC até seu falecimento, em 2025.
Em 1980, eu trabalhava em São Paulo e me mudei para Belo Horizonte para trabalhar na Mendes Júnior, na época das obras no Iraque. Eu era representante da Mendes Júnior no comitê de desenvolvimento do CTE. Fui escolhido coordenador desse comitê e isso fez com que eu tivesse um trabalho quase permanente dentro do CTE. Em 1995, comecei a desenvolver projetos, tanto com projetos de organização e gestão da própria FDC, quanto com projetos de clientes.
Eu vejo que a FDC tem aspectos extremamente importantes para o atendimento de uma empresa, particularmente a disposição de buscar uma solução à necessidade específica do cliente. Isso é importante porque normalmente os nossos concorrentes têm pouca flexibilidade para se adaptar. Isso faz com que a Fundação Dom Cabral seja reconhecida como uma escola que apresenta um diferencial. Outro aspecto que caracteriza a FDC é que ela sempre teve um relacionamento muito grande com outras escolas internacionais. Há também todo um movimento de constituir parcerias com empresas, e isso passou a ser também uma característica distintiva da instituição, essa capacidade de mobilizar as empresas em torno de parcerias que busquem atender necessidades comuns, sempre voltadas para o campo da gestão empresarial.
A Fundação Dom Cabral é uma instituição que dá satisfação para os clientes e para quem trabalha aqui dentro. Ela tem conseguido ser um instrumento que possibilita um trabalho desafiador e muito compensador. A satisfação do cliente é também a satisfação da FDC. Então, acho que essa é uma característica singular, o fato de se trabalhar em um ambiente não só bem-sucedido, mas um ambiente bom de se trabalhar porque você sente sua contribuição efetiva para os clientes. Isso faz com que haja mais motivação.
Depoimento concedido em 2013.
Nota: Elson Valim atuou como professor associado da FDC até seu falecimento, em 2025.
Georges Blanc
Georges Blanc
Meu nome é Georges Blanc. Em 1976, eu era professor do HEC e também trabalhava ajudando a criar instituições, quando ouvi falar da FDC e comecei uma amizade com Emerson, que foi extremamente agradável. Passei a vir ao Brasil pela minha instituição, mas, depois, com vínculo direto com a FDC. Comecei a gostar da Fundação porque ela tinha este ambiente brasileiro que sempre foi um ambiente do futuro, vamos dizer, de pioneirismo, coisas novas, novas empresas, desafios, sempre crescendo. E estou com a FDC até hoje.
Obs.: Blanc foi o primeiro homenageado na Galeria de Professores da FDC, em 2024.
Obs.: Blanc foi o primeiro homenageado na Galeria de Professores da FDC, em 2024.
Lindolfo Paoliello
Lindolfo Paoliello
Meu nome é Lindolfo Paoliello e hoje o meu vínculo com a Fundação Dom Cabral é como associado regional. Eu atribuo o início das minhas atividades na FDC a uma série de coincidências. Uma delas se refere ao fato de já conhecer o Emerson de Almeida e o Paulo Lemos antes da FDC ter sido criada. O Emerson eu conhecia do meio jornalístico, Já o Paulo Lemos era meu amigo de adolescência. Mas quem me chamou, em 1977, para ministrar um programa de marketing foi o Afonso Cozzi.
Eu trabalhava na Fiat e, com a minha participação na FDC, o Emerson me pediu para que eu o aproximasse do Adolfo Neves Martins da Costa, então presidente. Seu desejo era convidá-lo para ser membro do primeiro Conselho Curador da FDC. Adolfo aceitou o convite e sua presença estreitou as relações entre as instituições.
Participei de fatos importantes, um deles foi a criação do CEDEX. No final da década de 1980, também coordenei uma pesquisa, idealizada pelo Emerson, sobre as relações entre empresa e sociedade. Outra contribuição foi na escolha de pessoas a serem chamadas para participarem do Conselho Curador da FDC. Os empresários começaram a participar na Fundação e isso foi sistematizado, posteriormente, com a criação do CTE (Centro de Tecnologia Empresarial).
Em meados da década de 1990, a FDC começou a trilhar o caminho para a criação do campus. Na ocasião, nós criamos o CITG - Centro Internacional de Tecnologia em Gestão. Ou seja, um campus que iria hospedar conhecimento e se tornaria um espaço de interação internacional. Quando da inauguração do campus, a minha empresa de eventos foi a selecionada para organizar a cerimônia e fiquei satisfeito com o resultado.
Após a inauguração, a minha contribuição na FDC veio com a expansão do campus, com a criação e construção de um espaço para a geração de conhecimento. Ajudei a definir o que o Centro abrigaria e também a pensar como seria o lançamento, porque precisávamos de patrocínio. Fizemos o evento no Palácio das Artes, pusemos a maquete lá, convidamos formadores de opinião e foi lançado o CDCG.
Em 2012, me tornei professor em tempo integral e logo depois que o Wagner tomou posse, ele me convidou para ser assessor da presidência. Esse momento foi muito rico para mim. Fiquei como assessor até o dia que o Wagner me convidou para ser associado. Optei por Betim, devido a minha experiência na Fiat. Como eu não queria ficar restrito a uma cidade e desejava expandir o trabalho, passei a ser associado em Betim e no Centro-Oeste de Minas.
A FDC me permitiu conviver com um grupo de pessoas que foi se tornando, aos poucos, um grupo de grandes amigos. Eu recebi da Fundação um legado da amizade, de proporcionar a um executivo que se tornou consultor, ter, ainda assim, um convívio profissional e social com pessoas e isso para mim foi extremamente importante.
Depoimento concedido em 2016.
Eu trabalhava na Fiat e, com a minha participação na FDC, o Emerson me pediu para que eu o aproximasse do Adolfo Neves Martins da Costa, então presidente. Seu desejo era convidá-lo para ser membro do primeiro Conselho Curador da FDC. Adolfo aceitou o convite e sua presença estreitou as relações entre as instituições.
Participei de fatos importantes, um deles foi a criação do CEDEX. No final da década de 1980, também coordenei uma pesquisa, idealizada pelo Emerson, sobre as relações entre empresa e sociedade. Outra contribuição foi na escolha de pessoas a serem chamadas para participarem do Conselho Curador da FDC. Os empresários começaram a participar na Fundação e isso foi sistematizado, posteriormente, com a criação do CTE (Centro de Tecnologia Empresarial).
Em meados da década de 1990, a FDC começou a trilhar o caminho para a criação do campus. Na ocasião, nós criamos o CITG - Centro Internacional de Tecnologia em Gestão. Ou seja, um campus que iria hospedar conhecimento e se tornaria um espaço de interação internacional. Quando da inauguração do campus, a minha empresa de eventos foi a selecionada para organizar a cerimônia e fiquei satisfeito com o resultado.
Após a inauguração, a minha contribuição na FDC veio com a expansão do campus, com a criação e construção de um espaço para a geração de conhecimento. Ajudei a definir o que o Centro abrigaria e também a pensar como seria o lançamento, porque precisávamos de patrocínio. Fizemos o evento no Palácio das Artes, pusemos a maquete lá, convidamos formadores de opinião e foi lançado o CDCG.
Em 2012, me tornei professor em tempo integral e logo depois que o Wagner tomou posse, ele me convidou para ser assessor da presidência. Esse momento foi muito rico para mim. Fiquei como assessor até o dia que o Wagner me convidou para ser associado. Optei por Betim, devido a minha experiência na Fiat. Como eu não queria ficar restrito a uma cidade e desejava expandir o trabalho, passei a ser associado em Betim e no Centro-Oeste de Minas.
A FDC me permitiu conviver com um grupo de pessoas que foi se tornando, aos poucos, um grupo de grandes amigos. Eu recebi da Fundação um legado da amizade, de proporcionar a um executivo que se tornou consultor, ter, ainda assim, um convívio profissional e social com pessoas e isso para mim foi extremamente importante.
Depoimento concedido em 2016.
Michel Fleuriet
Michel Fleuriet
O meu nome é Michel Fleuriet. Descobri o Emerson em 1974 num pequeno anúncio de jornal para professores de negócios que o Centro de Extensão da Universidade Católica de Belo Horizonte queria fazer um contato com um professor de negócios francês. Respondi falando que estava indo ao Brasil e que seria uma boa oportunidade para conhecê-lo. Cheguei a Belo Horizonte e tinha um rapaz de cabelo branco me esperando, que falava muito bem francês. O Emerson me levou a Universidade Católica, passei umas duas ou três horas lá e depois ele me trouxe de volta para o aeroporto. Um ano depois, , recebi uma carta informando que eu estava sendo convidado para dar aulas. Pensei: “como o Emerson conseguiu convencer a República Federativa do Brasil a me fazer um convite pessoal através do serviço diplomático? Incrível!” O convite era para eu ir a Belo Horizonte para fazer um seminário para 25 executivos brasileiros todo em francês com tradução simultânea. Eu usei o que eu estava ensinando lá na França para construir uma abordagem que era o oposto do que os executivos entendiam no Brasil. A ideia do Emerson era fantástica, importar professores estrangeiros, franceses como eu, para dar aulas de negócios. Eu fui o primeiro professor a vir, mas a ideia era trazer outros. No início não tinha um corpo de professores, não tinha prédio, não tinha nada. Então o Emerson começou a atrair professores na base da amizade, com a ideia de fazer uma família, de ter uma cultura comum. A Fundação Dom Cabral realmente se tornou uma família, não por razões sanguíneas, mas por afinidade. Em 1977, eu voltei ao Brasil com a minha esposa. Na época o Emerson me pediu para escolher outro professor da HEC. Eu achava que um professor de estratégia era importante e então eu convenci o Georges Blanc. Ele veio com a esposa e ficou quatro meses. Em 1978, a Fundação Dom Cabral já estava em sua sede própria e eu e o Georges viemos novamente. Publicamos o primeiro livro pela FDC, “A dinâmica financeira das empresas brasileiras”. Em 1981 eu parei de vir para o Brasil porque o meu filho nasceu e eu criei a minha empresa lá na França. Mas a FDC continuou a manter contato com o HEC e com os seus professores. Eu também mantive contato com o Emerson e quando ele ia a Paris a gente se encontrava, mas eu fiquei 20 anos sem voltar ao Brasil. Durante esses vinte anos, eu não percebi o crescimento da Fundação. Em 2001, eu voltei para dar uma palestra com o Geraldo Sardinha. Falei em inglês, pois já havia esquecido o português. Quando cheguei o Sardinha me falou: “Michel, você sabe que você virou uma marca aqui? O Modelo Fleuriet se tornou muito conhecido e foi você quem inventou”. Fiquei surpreso: “O que aconteceu com esse livro que virou uma marca?” O livro havia se esgotado e muita gente tirava cópia para ter acesso. O modelo foi usado por várias empresas, bancos adotaram para fazer análises de créditos, consultorias adaptaram o modelo e professores usavam para escrever livros. Algumas pessoas haviam me ajudado a escrever o livro, mas o nome Fleuriet ficou. Atualmente a gente vê como a Fundação cresceu. Quer dizer, um sonho do Emerson que deu certo, por isso eu acho que ele deveria ter até uma estátua no Centro de Belo Horizonte.
Depoimento concedido em: 2013
Nota.: Fleuriet faleceu em 2021. Em 2022, a FDC se tornou responsável pela manutenção do site que divulga o modelo de gestão criado por ele: www.modelo-fleuriet.fdc.org.br/. Ele também foi homenageado com a nomeação da sala do prof. Emerson, que passou a se chamar, Sala professor Michel Fleuriet, um grande amigo do cofundador da FDC.
Depoimento concedido em: 2013
Nota.: Fleuriet faleceu em 2021. Em 2022, a FDC se tornou responsável pela manutenção do site que divulga o modelo de gestão criado por ele: www.modelo-fleuriet.fdc.org.br/. Ele também foi homenageado com a nomeação da sala do prof. Emerson, que passou a se chamar, Sala professor Michel Fleuriet, um grande amigo do cofundador da FDC.
Mozart Pereira dos Santos
Mozart Pereira dos Santos
Meu nome é Mozart Pereira dos Santos, sou graduado em Psicologia; Pós-graduado em Administração e Desenvolvimento de Recursos Humanos e Desenvolvimento Organizacional; Psicoterapeuta e psicanalista.
Antes de conhecer a FDC, concluí a graduação e alguns outros cursos paralelos. Fui ainda professor assistente de Psicologia Educacional da UCMG. Mudei-me para Recife, em Pernambuco, constituí família, prestei serviços em Recursos Humanos em diversas empresas. Minha relação com a FDC iniciou-se em 1975 quando de férias retornei a Belo Horizonte a passeio.
Na ocasião fui a Acesita visitar antigos amigos do Banco da Lavoura. Lá me encontrei com Domingos Muchon, e de imediato fui convidado para integrar a equipe responsável pela formação de executivos na empresa. Fechamos o trabalho com a FDC para promover o desenvolvimento de executivos. Fizemos a quatro mãos, foi uma troca muito interessante.
Após oito anos na Acesita, fui fazer formação em Psicanálise e, em 1982, montei um consultório. Nesse período trabalhei junto à FDC em projetos para diversas empresas como Telemig, Belgo-Mineira, Vale do Rio Doce, Caixa Econômica Federal. Por volta de 1993, o comitê estratégico da FDC lançou um processo de repensar a instituição. Fui convidado para coordenar as reuniões desse comitê. A princípio não entendi o porquê, já que não era especialista em planejamento estratégico. Então fui informado que estava sendo convidado para agir como mediador, já que tinha experiência em facilitar processos de grupo.
Mas, infelizmente, ocorreu uma fatalidade. Um dos nossos grandes amigos e diretores, o Paulo Lemos, faleceu ainda jovem. Fui surpreendido por um convite do Emerson para ficar no lugar dele. Foi muito difícil porque até então, a minha clínica estava muito intensa. Eu disse ao Emerson que não pensava em tornar a minha carreira vinculada a empresa, ele insistiu e ainda brincou: “considere isso até amanhã”. Eu recomendei que procurasse outra pessoa, e ele brincou: “mas, e se o partido convocar você?”.
Nós sempre tivemos uma relação muito fraternal muito boa. Eu coloquei como condição que eu não deixaria totalmente o meu consultório. Acertamos e com isso assumi o cargo de diretor, em 1995. Desde então continuo a trabalhar na FDC. A Fundação é para mim uma instituição prestativa, colaborativa, disposta a dialogar, conversar e, sobretudo ágil. Eu gosto muito de trabalhar aqui na FDC, eu diria que para mim a Fundação Dom Cabral também corresponde a um sonho meu.
Depoimento concedido em 2013.
Nota: Mozart Pereira dos Santos foi Diretor Executivo até 2011. Em 2012, fez parte da primeira Diretoria Estatutária, ao lado do prof. Emerson. Ocupou esta posição até 2018, quando passou a presidir o Conselho Curador da FDC.
Antes de conhecer a FDC, concluí a graduação e alguns outros cursos paralelos. Fui ainda professor assistente de Psicologia Educacional da UCMG. Mudei-me para Recife, em Pernambuco, constituí família, prestei serviços em Recursos Humanos em diversas empresas. Minha relação com a FDC iniciou-se em 1975 quando de férias retornei a Belo Horizonte a passeio.
Na ocasião fui a Acesita visitar antigos amigos do Banco da Lavoura. Lá me encontrei com Domingos Muchon, e de imediato fui convidado para integrar a equipe responsável pela formação de executivos na empresa. Fechamos o trabalho com a FDC para promover o desenvolvimento de executivos. Fizemos a quatro mãos, foi uma troca muito interessante.
Após oito anos na Acesita, fui fazer formação em Psicanálise e, em 1982, montei um consultório. Nesse período trabalhei junto à FDC em projetos para diversas empresas como Telemig, Belgo-Mineira, Vale do Rio Doce, Caixa Econômica Federal. Por volta de 1993, o comitê estratégico da FDC lançou um processo de repensar a instituição. Fui convidado para coordenar as reuniões desse comitê. A princípio não entendi o porquê, já que não era especialista em planejamento estratégico. Então fui informado que estava sendo convidado para agir como mediador, já que tinha experiência em facilitar processos de grupo.
Mas, infelizmente, ocorreu uma fatalidade. Um dos nossos grandes amigos e diretores, o Paulo Lemos, faleceu ainda jovem. Fui surpreendido por um convite do Emerson para ficar no lugar dele. Foi muito difícil porque até então, a minha clínica estava muito intensa. Eu disse ao Emerson que não pensava em tornar a minha carreira vinculada a empresa, ele insistiu e ainda brincou: “considere isso até amanhã”. Eu recomendei que procurasse outra pessoa, e ele brincou: “mas, e se o partido convocar você?”.
Nós sempre tivemos uma relação muito fraternal muito boa. Eu coloquei como condição que eu não deixaria totalmente o meu consultório. Acertamos e com isso assumi o cargo de diretor, em 1995. Desde então continuo a trabalhar na FDC. A Fundação é para mim uma instituição prestativa, colaborativa, disposta a dialogar, conversar e, sobretudo ágil. Eu gosto muito de trabalhar aqui na FDC, eu diria que para mim a Fundação Dom Cabral também corresponde a um sonho meu.
Depoimento concedido em 2013.
Nota: Mozart Pereira dos Santos foi Diretor Executivo até 2011. Em 2012, fez parte da primeira Diretoria Estatutária, ao lado do prof. Emerson. Ocupou esta posição até 2018, quando passou a presidir o Conselho Curador da FDC.
Nádia de Menezes Pinto Rampi
Nádia de Menezes Pinto Rampi
Cheguei na FDC em 1989 para o meu primeiro dia de trabalho, na unidade BH. O entusiasmo e a satisfação estavam presentes, pois, era um sonho que estava se tornando realidade. Tinha, na ocasião, contato com pessoas que conheciam ou trabalhavam na FDC e ouvia com frequência comentários sobre a qualidade dos programas, a seriedade da instituição e principalmente elogios ao fundador. Eu havia acabado de finalizar a minha graduação em Secretariado Executivo Bilíngue, e, aos 23 anos, estava assessorando o principal executivo da instituição e pude comprovar tudo que eu ouvia falar da FDC.
Digo sempre que tudo de importante na minha vida, no campo pessoal, aconteceu durante este tempo que estou aqui. Casei-me em 1991. Nasceu a minha primeira filha, Camila, em 1994 e a segunda filha, Izabela, em 1997. Perdi também familiares e amigos queridos ao longo desse tempo aqui na FDC, mas isso também faz parte da nossa história.
No campo profissional não foi diferente. Finalizei meu curso de espanhol em 1997, conclui a minha pós-graduação em 2003, e o meu mestrado em dezembro de 2009. Depois de secretariar o fundador por 14 anos, passei à assistente da diretoria executiva por 8 anos, e estou à frente da coordenação da secretaria geral da FDC.
Fazer parte da história da FDC tem sido motivo de muito orgulho e satisfação, e acredito que tenho feito tudo que posso para trilhar o meu caminho aqui dentro dos princípios e valores que regem essa casa. Chego aqui todos os dias com o mesmo entusiasmo do dia 11 de julho de 1989.
Depoimento concedido em 2013
Nota: Nadia é a idealizadora do FDC Centro de Memória, exerceu diversos cargos executivos, entre eles, a liderança do FDC Centro Social Cardeal Dom Serafim (2021-2022). Atualmente é Gerente Executiva de Parcerias.
Digo sempre que tudo de importante na minha vida, no campo pessoal, aconteceu durante este tempo que estou aqui. Casei-me em 1991. Nasceu a minha primeira filha, Camila, em 1994 e a segunda filha, Izabela, em 1997. Perdi também familiares e amigos queridos ao longo desse tempo aqui na FDC, mas isso também faz parte da nossa história.
No campo profissional não foi diferente. Finalizei meu curso de espanhol em 1997, conclui a minha pós-graduação em 2003, e o meu mestrado em dezembro de 2009. Depois de secretariar o fundador por 14 anos, passei à assistente da diretoria executiva por 8 anos, e estou à frente da coordenação da secretaria geral da FDC.
Fazer parte da história da FDC tem sido motivo de muito orgulho e satisfação, e acredito que tenho feito tudo que posso para trilhar o meu caminho aqui dentro dos princípios e valores que regem essa casa. Chego aqui todos os dias com o mesmo entusiasmo do dia 11 de julho de 1989.
Depoimento concedido em 2013
Nota: Nadia é a idealizadora do FDC Centro de Memória, exerceu diversos cargos executivos, entre eles, a liderança do FDC Centro Social Cardeal Dom Serafim (2021-2022). Atualmente é Gerente Executiva de Parcerias.
Paulo Tarso Vilela Resende
Paulo Tarso Vilela Resende
Meu nome é Paulo Tarso Vilela Resende, sou engenheiro civil, Mestrado e Doutorado em Planejamento de Transportes e Logística (EUA), e especialização em Planejamento Urbano e em Estatística e Probabilidade.
Minha trajetória na Fundação Dom Cabral vem desde 1998. Comecei como professor na área de logística, operações e serviços em supply chain. De lá para cá, montei um Núcleo de Pesquisa em Logística e Supply Chain. Ocupo ainda uma posição de diretoria dentro da FDC, que aqui chamamos de Líder do Processo de Desenvolvimento, responsável por todas as áreas de pesquisa: a Revista Dom, as áreas de novos produtos, o MBA, a especialização, as bibliotecas, os rankings e as certificações, e continuo com as minhas pesquisas no núcleo e dando aulas na área de serviços e supply chain.
O que eu destaco na Fundação Dom Cabral é ela acreditar nos seus valores, programas e projetos. Destaco também a preocupação da FDC com a sociedade. Enfatizo ainda a preocupação que temos cada vez mais de transformar essa instituição mineira, brasileira, em uma instituição internacional, que representa o Brasil no exterior. Nós nos tornamos internacionais, mas continuamos a ser mineiros e brasileiros. Sempre vamos preferir programas em português. Às vezes, somos forçados a dar aula em inglês, mas é como um peixe fora d’água. Quem dera se o mundo falasse português, mineirês. Destaco ainda o jeito de ser cada vez mais seguro da Fundação Dom Cabral, que preza muito pelos seus valores.
Depoimento concedido em 2014
Nota: Paulo Resende foi Diretor até 2015. Atualmente é professor e responsável por criar a PILT – Plataforma de Infraestrutura, Logística e Transporte
Minha trajetória na Fundação Dom Cabral vem desde 1998. Comecei como professor na área de logística, operações e serviços em supply chain. De lá para cá, montei um Núcleo de Pesquisa em Logística e Supply Chain. Ocupo ainda uma posição de diretoria dentro da FDC, que aqui chamamos de Líder do Processo de Desenvolvimento, responsável por todas as áreas de pesquisa: a Revista Dom, as áreas de novos produtos, o MBA, a especialização, as bibliotecas, os rankings e as certificações, e continuo com as minhas pesquisas no núcleo e dando aulas na área de serviços e supply chain.
O que eu destaco na Fundação Dom Cabral é ela acreditar nos seus valores, programas e projetos. Destaco também a preocupação da FDC com a sociedade. Enfatizo ainda a preocupação que temos cada vez mais de transformar essa instituição mineira, brasileira, em uma instituição internacional, que representa o Brasil no exterior. Nós nos tornamos internacionais, mas continuamos a ser mineiros e brasileiros. Sempre vamos preferir programas em português. Às vezes, somos forçados a dar aula em inglês, mas é como um peixe fora d’água. Quem dera se o mundo falasse português, mineirês. Destaco ainda o jeito de ser cada vez mais seguro da Fundação Dom Cabral, que preza muito pelos seus valores.
Depoimento concedido em 2014
Nota: Paulo Resende foi Diretor até 2015. Atualmente é professor e responsável por criar a PILT – Plataforma de Infraestrutura, Logística e Transporte
Silene Magalhães
Silene Magalhães
Meu nome é Silene de Fátima Lopes Magalhães, e meu primeiro contato com a Fundação Dom Cabral foi para um trabalho temporário de 4 meses, para ajudar no CEDEX, em 1982. Achei o desafio legal, tinham coisas que eu não sabia fazer, mas decidi encarar. Fizemos o seminário, que foi muito bem avaliado, e em março de 1983 fui contratada como coordenadora executiva do CEDEX.
Nós tivemos muito sucesso no CEDEX com muitos programas de comércio exterior, com muitos seminários de grande porte, foi um momento muito importante da história da Fundação e um momento muito importante da minha carreira. Fui responsável por alguns projetos muito importantes no CEDEX, um deles chamado Minas Exporta, um prêmio concedido às empresas mineiras que tinham um destacado desempenho no ano anterior. Esse prêmio foi realizado em convênio com o Diário do Comércio durante mais de 10 anos.
Passados cerca de 4 anos, o Emerson me convidou para ampliar o que era a assessoria de Relações Públicas. Eu sempre tive uma veia comercial muito forte e acho que isso impulsionou o Emerson a me convidar para fazer essa atividade. Então eu passei a ser assessora de comunicação e cerca de dois anos depois ele me pediu para ampliar a comunicação para assessoria de comunicação e marketing. Foi um desafio montar esta estrutura, não só uma estrutura física, mas, sobretudo a estrutura de colocar a Fundação Dom Cabral um pouco mais voltada para a questão da comunicação, seja interna ou externa, e o próprio marketing. Fiquei nesta função durante alguns anos, depois migrei para a assessoria em programas abertos. Os nossos programas abertos deixaram de ser programas de exportação para serem programas de gestão para empresas nacionais.
Em meados de 1998, me convidaram para assumir a área comercial. Tempos depois, fui convidada para assumir a gerência dos programas abertos e internacionais. Fiquei neste cargo por 7 anos e depois passei a ser gerente coordenadora da pós-graduação, que se divide em programas lato sensu, MBA empresarial e consórcio e o mestrado profissional, cargo que ocupo atualmente.
O fato de estar aqui por tantos anos significa para mim como ter passado por várias empresas, porque ao longo deste tempo a FDC mudou e cresceu muito, e a gente pode dizer que a cada 5 ou 6 anos estamos em uma empresa nova.
Outro ponto muito importante, imagino que em 1989, foi uma reestruturação feita na Fundação Dom Cabral. Na percepção da diretoria, especificamente do Emerson, estávamos criando 3 diferentes Fundações. Ele nos chamou e disse assim: “eu quero que vocês partam de base zero, esqueçam tudo que existe, (...) esqueçam inclusive a posição de vocês, e repensem como a FDC deve ser organizada.”. Ao final, entregamos um novo processo de funcionamento, que foi determinante. Outro momento foi a criação do CTE, que eu participei ativamente no início, e foi a nossa estratégia para ganhar o mercado nacional, buscando parcerias com empresas de renome nacional. O CTE foi um marco também nas minhas atividades na assessoria de comunicação e marketing.
A minha história de vida se confunde com a história da Fundação Dom Cabral, pois nos momentos marcantes da minha vida eu já estava aqui, nos momentos de alegria ou de tristeza eu contei com o apoio dos amigos da FDC. Profissionalmente, acho que tudo que sou hoje e tudo que aprendi eu devo a FDC e ao meu esforço, ao espaço que me foi dado, ao espaço de falar, de ser crítica, de ser ácida, de às vezes ser chata. Como o Emerson fala, na construção da Catedral eu vejo vários tijolinhos que eu assentei. Isso me dá uma satisfação muito grande, eu tenho muito orgulho de trabalhar na Fundação Dom Cabral e acho que a FDC também reputa a mim uma confiança muito grande. Então eu acho que é uma via de mão dupla, eu tenho muito orgulho e muito respeito e acredito que ela também tem muito respeito por mim.
Depoimento concedido em 2018
Nota: Silene foi gerente executiva da Especialização até 2023, quando passou a ocupar o cargo de Diretora Estatutária.
Nós tivemos muito sucesso no CEDEX com muitos programas de comércio exterior, com muitos seminários de grande porte, foi um momento muito importante da história da Fundação e um momento muito importante da minha carreira. Fui responsável por alguns projetos muito importantes no CEDEX, um deles chamado Minas Exporta, um prêmio concedido às empresas mineiras que tinham um destacado desempenho no ano anterior. Esse prêmio foi realizado em convênio com o Diário do Comércio durante mais de 10 anos.
Passados cerca de 4 anos, o Emerson me convidou para ampliar o que era a assessoria de Relações Públicas. Eu sempre tive uma veia comercial muito forte e acho que isso impulsionou o Emerson a me convidar para fazer essa atividade. Então eu passei a ser assessora de comunicação e cerca de dois anos depois ele me pediu para ampliar a comunicação para assessoria de comunicação e marketing. Foi um desafio montar esta estrutura, não só uma estrutura física, mas, sobretudo a estrutura de colocar a Fundação Dom Cabral um pouco mais voltada para a questão da comunicação, seja interna ou externa, e o próprio marketing. Fiquei nesta função durante alguns anos, depois migrei para a assessoria em programas abertos. Os nossos programas abertos deixaram de ser programas de exportação para serem programas de gestão para empresas nacionais.
Em meados de 1998, me convidaram para assumir a área comercial. Tempos depois, fui convidada para assumir a gerência dos programas abertos e internacionais. Fiquei neste cargo por 7 anos e depois passei a ser gerente coordenadora da pós-graduação, que se divide em programas lato sensu, MBA empresarial e consórcio e o mestrado profissional, cargo que ocupo atualmente.
O fato de estar aqui por tantos anos significa para mim como ter passado por várias empresas, porque ao longo deste tempo a FDC mudou e cresceu muito, e a gente pode dizer que a cada 5 ou 6 anos estamos em uma empresa nova.
Outro ponto muito importante, imagino que em 1989, foi uma reestruturação feita na Fundação Dom Cabral. Na percepção da diretoria, especificamente do Emerson, estávamos criando 3 diferentes Fundações. Ele nos chamou e disse assim: “eu quero que vocês partam de base zero, esqueçam tudo que existe, (...) esqueçam inclusive a posição de vocês, e repensem como a FDC deve ser organizada.”. Ao final, entregamos um novo processo de funcionamento, que foi determinante. Outro momento foi a criação do CTE, que eu participei ativamente no início, e foi a nossa estratégia para ganhar o mercado nacional, buscando parcerias com empresas de renome nacional. O CTE foi um marco também nas minhas atividades na assessoria de comunicação e marketing.
A minha história de vida se confunde com a história da Fundação Dom Cabral, pois nos momentos marcantes da minha vida eu já estava aqui, nos momentos de alegria ou de tristeza eu contei com o apoio dos amigos da FDC. Profissionalmente, acho que tudo que sou hoje e tudo que aprendi eu devo a FDC e ao meu esforço, ao espaço que me foi dado, ao espaço de falar, de ser crítica, de ser ácida, de às vezes ser chata. Como o Emerson fala, na construção da Catedral eu vejo vários tijolinhos que eu assentei. Isso me dá uma satisfação muito grande, eu tenho muito orgulho de trabalhar na Fundação Dom Cabral e acho que a FDC também reputa a mim uma confiança muito grande. Então eu acho que é uma via de mão dupla, eu tenho muito orgulho e muito respeito e acredito que ela também tem muito respeito por mim.
Depoimento concedido em 2018
Nota: Silene foi gerente executiva da Especialização até 2023, quando passou a ocupar o cargo de Diretora Estatutária.
Sonia Diegues
Sonia Diegues
Meu nome é Sônia Teresa Diegues Fonseca. Sou professora, e estou na Fundação Dom Cabral desde 1977. Houve um intervalo: de 1999 a 2002, saí para trabalhar no Grupo Martins. Depois voltei.
Em 1977, a FDC era muito pequena. Estava praticamente começando, e decidi apostar no sonho. No meu primeiro ano, acompanhei, coordenei e planejei o curso de Engenharia Econômica fechado para a Acesita. Foi o primeiro programa de peso. A cada semana, ia com um professor, ora de carro próprio, ora de Bandeirantes. Nessa época, realizamos também cursos para a Belgo-Mineira, para a Telemig e para a Usiminas. Essas empresas acreditaram na Fundação Dom Cabral, e através delas fomos construindo nossos primeiros modelos e metodologias.
No início, começamos a semear os pilares da FDC. Um deles, e que é um valor nuclear, é o perfil do profissional. Ele precisa ter forte argumentação acadêmica e experiência empresarial. Começamos também a definir o público e modo de relacionamento. Vamos trabalhar para executivos e desenvolver o valor da parceria; trabalhar com o cliente, e não para o cliente; construir juntos a solução. Em função da parceria com nossos clientes, também plantamos o valor da parceria com outras instituições internacionais, além da HEC.
Aqui na Fundação Dom Cabral, temos liberdade para trabalhar. Isso é um diferencial. Podemos inventar, construir algo novo. Criei aqui um coral que, em qualquer outra empresa, não poderia ter sido criado: o Coral dos Bigodudos. Na primeira apresentação do coral, foi uma surpresa, ninguém sabia. Aliciei os mais irreverentes da FDC – e fizemos. Foi genial!
Uma coisa de que não me esqueço, pois teve um significado especial para mim: em agosto de 2001, plantei minha árvore no estacionamento do Campus Aloysio Faria, juntamente com meus amigos e professores Georges Blanc e Michel Fleuriet. Essa dupla nos acompanha e tem contribuído para nosso aprendizado e para o crescimento da nossa instituição.
Na Fundação Dom Cabral, temos boas lideranças, profissionais competentes e humanos, qualidade e produção criativa, muito trabalho e respeito pelo cliente. Parafraseando Bergson “a energia criadora” é o nosso dia a dia. Essa casa é a extensão da minha casa.
Depoimento concedido em 2013
Sonia participou de momentos importantes da instituição como a criação das DIBs e também na Galeria dos Grandes Empreendedores Brasileiros, tendo sido autora e coautora de diversas obras na instituição.
Em 1977, a FDC era muito pequena. Estava praticamente começando, e decidi apostar no sonho. No meu primeiro ano, acompanhei, coordenei e planejei o curso de Engenharia Econômica fechado para a Acesita. Foi o primeiro programa de peso. A cada semana, ia com um professor, ora de carro próprio, ora de Bandeirantes. Nessa época, realizamos também cursos para a Belgo-Mineira, para a Telemig e para a Usiminas. Essas empresas acreditaram na Fundação Dom Cabral, e através delas fomos construindo nossos primeiros modelos e metodologias.
No início, começamos a semear os pilares da FDC. Um deles, e que é um valor nuclear, é o perfil do profissional. Ele precisa ter forte argumentação acadêmica e experiência empresarial. Começamos também a definir o público e modo de relacionamento. Vamos trabalhar para executivos e desenvolver o valor da parceria; trabalhar com o cliente, e não para o cliente; construir juntos a solução. Em função da parceria com nossos clientes, também plantamos o valor da parceria com outras instituições internacionais, além da HEC.
Aqui na Fundação Dom Cabral, temos liberdade para trabalhar. Isso é um diferencial. Podemos inventar, construir algo novo. Criei aqui um coral que, em qualquer outra empresa, não poderia ter sido criado: o Coral dos Bigodudos. Na primeira apresentação do coral, foi uma surpresa, ninguém sabia. Aliciei os mais irreverentes da FDC – e fizemos. Foi genial!
Uma coisa de que não me esqueço, pois teve um significado especial para mim: em agosto de 2001, plantei minha árvore no estacionamento do Campus Aloysio Faria, juntamente com meus amigos e professores Georges Blanc e Michel Fleuriet. Essa dupla nos acompanha e tem contribuído para nosso aprendizado e para o crescimento da nossa instituição.
Na Fundação Dom Cabral, temos boas lideranças, profissionais competentes e humanos, qualidade e produção criativa, muito trabalho e respeito pelo cliente. Parafraseando Bergson “a energia criadora” é o nosso dia a dia. Essa casa é a extensão da minha casa.
Depoimento concedido em 2013
Sonia participou de momentos importantes da instituição como a criação das DIBs e também na Galeria dos Grandes Empreendedores Brasileiros, tendo sido autora e coautora de diversas obras na instituição.
Wagner Furtado Veloso
Wagner Furtado Veloso
Meu nome é Wagner Veloso. Me formei em Administração em 1971, pela UFMG. Fiz MBA nos Estados Unidos, na Universidade de Columbia (NY).
Minha história com a Fundação Dom Cabral se inicia antes mesmo dela começar. Eu já era amigo do Emerson de Almeida quando ele me convidou, para estar com ele e um grupo de pessoas na primeira reunião, em que foi discutida a criação da instituição. Naquela ocasião, Emerson me fez o convite para trabalhar na Fundação, mas à época eu estava com outros compromissos, que me impediram de aceitar. Além disso, acreditava que precisava de maior experiência antes de ingressar na área da educação. Trabalhei na Açominas por 13 anos. Nesse período, tive a oportunidade de contratar a FDC como cliente, portanto sempre acompanhei sua trajetória.
Nos anos seguintes, recebi outros convites de Emerson mas em função de outros projetos, acabei recusando-os novamente. Finalmente em 2001, eu estava em Fortaleza e havia me desligado da Telemar, quando ele me fez o quarto convite e dessa vez eu aceitei, pois além da minha tranquilidade na rotina, eu acreditava que sabia um pouco de administração devido aos 30 anos de profissão.
Na ocasião, tive a incumbência de levar o PAEX para o nordeste, com o apoio do Banco Nordeste. Pouco tempo depois, tornei-me gerente coordenador do PAEX e responsável por ele no Brasil e no exterior. Como é um hábito na FDC, passei por algumas áreas, incluindo Líder de Processos de Pessoas e de Finanças, que equivale a Diretor.
Após esse período, Emerson começou a cuidar de sua sucessão na presidência da Fundação Dom Cabral. Recebi o convite para ajudá-lo na escolha dos nomes. Mesmo não estando na lista, afinal, eu estava ajudando na escolha, Emerson me fez o convite para sucedê-lo no cargo de presidente. Meu nome foi aprovado junto ao Conselho Curador e assim fui anunciado como o novo presidente da Fundação.
Durante os seis meses que antecederam a minha posse, comecei a trabalhar ao lado de Emerson, do Mozart e do Valim. Tive inteira liberdade em analisar os nomes da minha equipe, quem eu gostaria que trabalhasse comigo e durante a minha gestão, tenho a total liberdade para dirigir a Fundação Dom Cabral.
Depoimento concedido em 2013.
Nota: Wagner Veloso foi Presidente Executivo de 2012 a 2015. Em 2016, foi eleito membro do Conselho Curador da Instituição, posição que ocupa até hoje.
Minha história com a Fundação Dom Cabral se inicia antes mesmo dela começar. Eu já era amigo do Emerson de Almeida quando ele me convidou, para estar com ele e um grupo de pessoas na primeira reunião, em que foi discutida a criação da instituição. Naquela ocasião, Emerson me fez o convite para trabalhar na Fundação, mas à época eu estava com outros compromissos, que me impediram de aceitar. Além disso, acreditava que precisava de maior experiência antes de ingressar na área da educação. Trabalhei na Açominas por 13 anos. Nesse período, tive a oportunidade de contratar a FDC como cliente, portanto sempre acompanhei sua trajetória.
Nos anos seguintes, recebi outros convites de Emerson mas em função de outros projetos, acabei recusando-os novamente. Finalmente em 2001, eu estava em Fortaleza e havia me desligado da Telemar, quando ele me fez o quarto convite e dessa vez eu aceitei, pois além da minha tranquilidade na rotina, eu acreditava que sabia um pouco de administração devido aos 30 anos de profissão.
Na ocasião, tive a incumbência de levar o PAEX para o nordeste, com o apoio do Banco Nordeste. Pouco tempo depois, tornei-me gerente coordenador do PAEX e responsável por ele no Brasil e no exterior. Como é um hábito na FDC, passei por algumas áreas, incluindo Líder de Processos de Pessoas e de Finanças, que equivale a Diretor.
Após esse período, Emerson começou a cuidar de sua sucessão na presidência da Fundação Dom Cabral. Recebi o convite para ajudá-lo na escolha dos nomes. Mesmo não estando na lista, afinal, eu estava ajudando na escolha, Emerson me fez o convite para sucedê-lo no cargo de presidente. Meu nome foi aprovado junto ao Conselho Curador e assim fui anunciado como o novo presidente da Fundação.
Durante os seis meses que antecederam a minha posse, comecei a trabalhar ao lado de Emerson, do Mozart e do Valim. Tive inteira liberdade em analisar os nomes da minha equipe, quem eu gostaria que trabalhasse comigo e durante a minha gestão, tenho a total liberdade para dirigir a Fundação Dom Cabral.
Depoimento concedido em 2013.
Nota: Wagner Veloso foi Presidente Executivo de 2012 a 2015. Em 2016, foi eleito membro do Conselho Curador da Instituição, posição que ocupa até hoje.
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